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lunes, 26 de marzo de 2012

ROSILDA SÁ. Diálogos poéticos. Brasil.


magens Amadas, 2010 (obra em processo)
terracota pintada, pregos
dimensões variáveis

Fotos Julia Vaz



Inventário, 2010 (obra em processo)
fotografias sobre foam board, prateleiras de madeira
dimensões variáveis

fotos Julia Vaz

Esta entrada presenta la acutal exposición de Rosilda Sá, artista brasileña que sigue indagando en la cotidianeidad del elemento utilitario cerámico. Además de las piezas-siluetas que ya conociamos, recoge a través de fotografias toda una serie de producciones utilitarias artesanales ya en total desuso y obsoletas.

rosilda sá
diálogos poéticos
Abertura: 15 de março / 2012 – 19h às 22h
Exposição: 15 de março a 14 de abril / 2012
galeria MERCEDES VIEGAS arte contemporânea
rua João Borges, 86, Gávea
Rio de Janeiro - Brasil
tel: 55 21 2294-4305
galeria@marcedesviegas.com.br
www.mercedesviegas.com.br

A galeria Mercedes Viegas Arte Contemporânea abre no dia 15 de março, quinta-feira, às 19h, a
exposição Diálogos Poéticos, da artista paraibana Rosilda Sá que vive e trabalha em João Pessoa. Essa é a primeira exposição individual da artista promovida pela galeria Mercedes Viegas, embora seja a sua décima quinta.
A mostra reúne duas instalações, Inventário e Imagens Amadas, envolvidas em processos poéticos
distintos – fotografias de cerâmicas, desenhos e cerâmicas –, que dialogam entre si.
Ambas as obras participaram no ano passado da exposição coletiva Dentro/Fora/Junto, na Galeria
Gustavo Schnoor, do Centro Cultural da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Inventario consiste na série de 47 fotografias de objetos utilitários de cerâmica (poteria e louça fina),
dispostas sobre prateleiras, mostrando a banalidade e o requinte da vida cotidiana, a funcionalidade e a obsolescência.
Imagens Amadas reúne num espaço imersivo, variada tipologia de formas utilitárias de terracota colorida– jarros, vasos, bules, xicaras etc. – montadas sobre as paredes da galeria. A obra tem enfoque na produção artesanal da linguagem tradicional da cerâmica popular, na queima em forno a lenha e, na produção colaborativa.
Sensibilidade e afeto permeiam os nexos participativos entre as pessoas envolvidas nos processos
poéticos de produção de ambas as obras, bem como, delas mesmas com os objetos utilitários de cerâmica nos seus espaços da vida cotidiana.
As obras de Rosilda Sá trazem discussões sobre o conceito e a linguagem da cerâmica, além do senso
comum, refletindo sua inscrição na arte contemporânea.

Rosilda Sá realizou várias exposições individuais, participou de coletivas no Brasil e no exterior.
Doutoranda em Psicologia Clínica pela Universidade Católica de Pernambuco (início 2012). Possui
rua joão borges, 86 | 22451-100 | gávea, rj, brasil | +55 21 2294 4305 | www.mercedesviegas.com.br | galeria@mercedesviegas.com.br
Mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia (2011), Especialização em Fundamentos Metodológicos da Apreciação e Crítica no Ensino das Artes pela Universidade Federal da Paraíba (2001), Licenciatura e Formação em Psicologia pelos Institutos Paraibanos de Educação (1988 e 1989). Participou da residência de artista na Association Le Hors-là, com estágio no Atelier de Terre, da École Supérieure des Beaux Arts de Marseille-Luminy, França (1993). Professora do Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba. Membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas.

martes, 14 de septiembre de 2010

ROSILDA SÁ. Conviviendo.






Rosilda Sa, artista brasileña, expone CONVIVIENDO en la Galería de Arte en Salvador Cañizares.
Para que no se pierda en el traductor ninguna información, pogo el texto original enviado por la autora.

Será inaugurada no dia 23 de setembro de 2010, na Galeria de Arte Cañizares, da Escola de Belas Artes (EBA), da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, a exposição CONVIVENDO da artista paraibana Rosilda Sá, enquanto resultado parcial da pesquisa denominada REDES VIVAS: nexos poéticos mediados pela cerâmica contemporânea, do Mestrado realizado através do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV/EBA/UFBA), na área de Poéticas Visuais Contemporâneas e, poderá ser visitada até o dia 08 de outubro, data do encerramento. A exposição será composta por três obras: Inventário, Cerâmicas e mais Cerâmicas (after Kosuth) e Imagens Amadas.

A instalação Inventário mostrará a banalidade e o requinte da vida cotidiana doméstica, através da cerâmica utilitária. Apresentando o potencial da cerâmica enquanto imagem fotográfica, que revela o uso (funcionalidade), sua obsolescência e o que guardam de lembranças. Na instalação, as fotografias geradas a partir dos objetos serão apresentadas sobre prateleiras, e serão apreendidas, também, enquanto objeto. Como explica a artista:
Os objetos estabeleceram uma rede de encontros, de estar com as pessoas, uma rede colaborativa. Eu trago o universo cotidiano, doméstico, do Outro para a minha obra. Aqui, a fotografia foi usada como foco central no contexto da cerâmica, assim, ela se apresenta como uma extensão da própria linguagem da cerâmica, através do tema e do conceito, inclusive, reforçado pelo fato de se tratar de uma ceramista fotografando cerâmicas e não de uma fotógrafa fazendo o mesmo.

Já a obra Cerâmicas e mais Cerâmicas (after Kosuth), composta por várias xícaras sobre uma prateleira, a fotografia delas e o adesivo sobre a parede de uma definição do verbete enciclopédico “Cerâmica”, gerará uma tautologia, portanto, se aproximando da obra One and Three Chairs [1965], do artista conceitual norte-americano Joseph Kosuth. Não só essa obra, mas, as outras duas presentes na exposição CONVIVENDO discutirão acerca da própria linguagem da cerâmica fora dos moldes tradicionais, enquanto extensão do conceito de arte contemporânea.

Na instalação Imagens Amadas serão apresentados desenhos de objetos utilitários de cerâmica feitos a partir de fios de argila queimada (terracota pintada), que ao serem montados sobre as paredes de uma das salas da Galeria, criarão um espaço de imersão num contexto híbrido, entre cerâmica e desenho. Ao informar sobre o processo poético de produção dessa obra Rosilda Sá explica: “Da mesma maneira que eu fui recebida por várias pessoas em seus lares, em encontros mediados pela cerâmica na produção da obra Inventário, eu as recebi em meu ateliê para modelarmos essa obra colaborativa, mantendo a REDE VIVA. Só assim, CONVIVENDO a VIDA, a ARTE e a CERÂMICA fazem e têm sentido”.

miércoles, 8 de julio de 2009

LINDA SORMIN. En A.I.R. Vallauris


Habitualmente nos llega la información sobre las exposiciones que tienen lugar en Vallauris (Francia;www.air-vallauris.org) gracias a su programa de residencia. En esta ocasión la invitación es para una exposición colectiva que tiene lugar del 4 al 9 de julio, con artistas de Estados Unidos y Canada.
Viendo las imagenes, una de ellas ha llamado mi atención, y buscando información, no me ha defraudado!!!
El trabajo escultórico la artista canadiense Linda Sormin toma gestos de las instalaciones y del work in progres. Algo similiar a lo que ocurre con los trabajos realizados por Silvia Zotta (Italia-Argentina) y por Rosilda Sá (Brasil) y que aparecen en anteriores entradas en este blog.
Por otro lado la evolución de su obra va desde el collage escultórico colorista a un trato más austero tanto en la incorporación y mezcla de elementos dispares plásticamente hablando, como en el uso del color, que pasa de colores vivos realzados sobre blanco a marrones y negros provocando sombras de color.
Más información en su web http://www.lindasormin.com

lunes, 22 de junio de 2009

ROSILDA . NEXOS 3
Desde Brasil nos llega la obra de Rosilda . Lo que nos envía es la tercera versión de su obra en proceso (aquí lo mal llamamos work in progres) Nexos, presentada en el XII Festival Nacional de Arte, Fundação Espaço Cultural, João Pessoa, celebrado en abril de 2008.
La instalación combina materiales como la madera, tela de saco, hilo de metal y elástico, con la carta del jefe Seattle al presidente de los EEUU en 1885 acerca de la venta de unos territorios y especialmente con la cerámica, seca en unos casos y cocida en otros.
Del trabajo con la arcilla la autora dice: "El contacto con la arcilla, materia informe, generadora, permisiva y plástica revela una poética artesanal. El resultado de esta reunión favorece la comprensión de las analogías, las inmersiones y la lectura de metáforas.
Modelar la arcilla es un gesto primigenio, referencia de una simbología y de sugerencias ancestrales. Es una acción dirigida a la materia, el modelo requiere de contacto físico, la manipulación, la acumulación, la repetición, entre otros procedimientos, que en el caso particular de este trabajo, tiene relación lúdica y experimental.
En el blog de esta artista (http://www.rosildasa.blogspot.com/) podreís encontrar más información sobre su obra que incluye tambíén el vídeo desde una visión poética y didáctica.